Impor limites

4 de junho de 2018


Gosto de dar colo. Gosto de dar beijos. Gosto de abraçar. Gosto de dizer que Amo. Gosto de dar. Gosto de brincar. Gosto de dançar. Gosto de cantar. Gosto de mimar. Gosto de passear. Gosto de saltar e rebolar no chão. Gosto e faço tudo isso com ela, todos os dias. 
Mas também lhe digo que Não. Que não pode ser. Que não pode fazer. Que não pode bater. Que não pode falar assim. Que nem sempre temos tudo o que queremos e que a vida é mesmo assim. Dizem os livros que os três anos são uma fase egoísta. Uma fase de fazer prevalecer o "Eu quero, eu posso e eu faço". E cabe-nos a nós a tarefa árdua de explicar que não é bem assim. Que a liberdade de um termina quando começa a do outro. Que não é com vinagre que se apanham moscas. Que o Eu não pode prevalecer sempre ao Nós. Que o Nosso é tão ou mais bonito como o Meu. 
Às vezes há lágrimas. Mas também fazem parte. 
Sou pela disciplina positiva sempre, mas nunca pela permissividade. E se há coisa que eu prezo é o respeito, que é totalmente diferente do medo. 
Às vezes dói. E às vezes era tão mais fácil deixar andar, deixar seguir, dar tudo para calar, ignorar ou ligar a televisão e seguir caminho. Mas não pode ser. Esse não pode ser o caminho. E um dia ela vai agradecer!


Feliz dia da Criança

1 de junho de 2018


Neste dia em que em todo o lado se oferecem doces e brinquedos às crianças eu gostava que todos pudéssemos parar e observá-las com atenção enquanto brincam despreocupadas. Que cada um de nós escutasse com calma e alma a criança que tem em casa. Sem televisões ligadas. Sem telemóveis por perto. Sem emails abertos. Sem nada. Só nós e eles. A conversar. Sobre tudo e sobre nada. A vida corre tanto. A sociedade consome-nos tanto. E sem nos darmos conta nós nunca paramos. Nunca. Mesmo quando achamos que estamos a descansar estamos a trabalhar. Porque vai mais um email num instante. Vai mais uma mensagem. E eles crescem tão rápido. E hoje somos nós a pedir que eles se calem porque precisamos de atender aquela chamada. Que eles falem mais baixo porque precisamos de ouvir aquele programa. Que eles não nos interrompam porque temos de responder a meia dúzia de emails. E a vida passa. E eles crescem. E há tanto que se perde. E virá o dia em que a sociedade já não vai precisar da nossa correria, porque nós já não saberemos correr. E nesse dia em que nós quereremos falar e teremos todo o tempo do mundo para o fazer, serão eles a dizer-nos que não têm tempo. Que agora não pode ser porque a vida está a acontecer. 
Eles crescem tão rápido e é agora que precisam de nós. É agora que precisam do nosso colo. Do nosso abraço. Do nosso tempo. Da nossa energia. É agora que precisam que desliguemos do mundo e os façamos sentir que eles são o nosso mundo.
Não é fácil, eu sei. Construímos uma sociedade que nos suga levemente e nos desvia do que realmente interessa. Mas é possível. E é cada vez mais necessário!

A Magia dos abraços

31 de maio de 2018


Querida filha,
Hoje fizeste a maior birra de todos os tempos e eu, por mais que pense, ainda não consigo perceber o motivo. Foi mais de um quarto de hora avassalador, que me pareceu durar horas. Se por um lado o teu comportamento me deixou irritada, também me deixou triste e assustada. Sabes, eu às vezes também tenho medo. Medo de não te ensinar a lidar com a tua frustração da melhor forma possível. Medo de não te transmitir a educação que tanto prezo e os valores que tanto estimo. Sim, tenho medo de falhar redondamente no papel mais importante de toda a minha vida: o de ser tua mãe. 
Confesso, apeteceu-me bater-te na esperança de que acordasses da tua alucinação. Não o fiz. Apeteceu-me sair e deixar-te sozinha na sala, mas tive medo que te aleijasses e também não o fiz. Mas gritei-te. Uma, duas ou três vezes. Até que me caiu a ficha e percebi que nada ia resultar e que com a minha irritação perante o teu comportamento só te estava a deixar mais ansiosa. Parei. Respirei fundo. Contei até 10 e ofereci-te o meu colo. Ainda esperneavas e gritavas mas vieste aninhar-te no meu peito e pediste que te abraçasse. Eu abracei. O mais forte que consegui. E como por magia tu serenaste e esqueceste o que te estava a irritar. Ficamos assim alguns minutos até que tudo voltou ao normal. Sabes querida filha, há alturas em que eu também não sei lidar com tudo isto. E também há alturas em que perante a loucura me esqueço da magia que um abraço pode fazer. Hoje ele salvou-me. A mim de ser uma péssima mãe, e a ti das tuas emoções atribuladas. 

O segredo é seres tu mesmo!

29 de maio de 2018

Por mais voltas que se dê, por mais caminhos que se percorra a realidade é que não temos de agradar a todas as pessoas e nem sequer é possível que isso aconteça. Uma mesma verdade pode ser vista de prismas completamente diferentes, consoante o lado em que estamos e as dores que já trazemos no peito. A realidade, é que a forma como vemos as situações, as pessoas e as suas acções na maioria das vezes não são um reflexo directo daquelas pessoas nem daquela acção, mas sim da forma como temos sido tocados pela vida até ao momento. 

Seja por que motivo for, ou sem motivo nenhum, porque às vezes impera o "só porque sim", não podemos agradar a todos com os quais nos cruzamos. E não faz mal. O que faz mal é deixar de ser quem se é ou fazer o que se ambiciona ou deseja com medo do que determinada pessoa vai pensar. O que faz mal é viver aprisionado ao medo e à angustia de dar um passo em frente só porque esse passo pode decepcionar alguém. 

Em todo o teu percurso, em toda a tua jornada seja de propósito ou involuntariamente vais deixar lágrimas pelo caminho, vais gerar raiva,  vais originar inveja e com uma mesma acção podes despertar o melhor ou o pior de quem está à tua frente. E não faz mal, às vezes não há certo nem errado, há apenas a vida a acontecer... 

Vive. Sê feliz. Segue o teu caminho. Faz as tuas escolhas. Não passes por cima de ninguém mas também não deixes que te pisem. Quando a noite cair, é com a tua consciência que te vais deitar, é apenas a ela que tens de agradar! 

Não há amores perfeitos ♥

26 de maio de 2018

♥Ter uma história de amor feliz não significa que não haja diferenças nem que não haja discussões. Quer apenas dizer que tal como não há pessoas perfeitas também não podem existir relações perfeitas. Há relações reais, com pessoas reais. Onde houver respeito, onde houver amor, onde houver cumplicidade, onde existir carinho e onde viver a empatia há um amor Feliz. Que não precisa de ser perfeito. Porque não há amores perfeitos, mas há muitos amores felizes!

A celulite quando nasce é para todas!

25 de maio de 2018

Mulheres deste país, hoje venho contar-vos um segredo: A celulite quando nasce é para todas! É verdade, vão por mim!
Há ainda muitas pessoas que pensam que a celulite só ataca quando se têm excesso de peso, mas acreditem que não é verdade. Eu tive celulite quando pesava 47kg e também a tive quando pesava mais 20 e estava grávida!


No meu caso específico a celulite é algo que me incomoda. Não que eu seja menina de andar de perna ao léu ou de usar tanga na praia, mas gostava mesmo de ter um rabiosque hirto e firme que não se parecesse com uma laranja injectada! E perguntam vocês: O que é que fazes para que isso seja uma realidade? Pois, praticamente nada!

Mas esta semana aceitei o desafio da clínica H20 Estética e Aquabikig em Leiria e fui com a Cristiana do blogue O Espírito da Mula, experimentar alguns aparelhos específicos para o combate desta amiga para a vida. 


Comecei com o Rolfit, que podem ver na imagem em cima, que é nada mais nada menos que um rolo de massagem mecânico com combinação de massagem e de calor infravermelho, com programa personalizado. Basicamente, este amigo dá-nos uma sova que vocês não estão bem a ver e a verdade é que no dia seguinte estava ligeiramente dorida. Diz quem sabe que, quando estamos a usar, a intensidade da dor é proporcional à quantidade da celulite. Não vos vou mostrar o meu belo rabo, mas digo-vos que lá pelo meio gani um bocadinho!


Antes de usar o Rofit devemos colocar o creme anti-celulite para que os efeitos sejam ainda melhores.  Este é o que estou a usar de momento, que também tem um aplicador que faz massagem enquanto coloca o gel. Fiquei sem celulite? Óbvio que não! Não há máquina que em apenas uma utilização tire o que eu andei 20 anos a acumular! Mas sinceramente, e pelo efeito que senti no dia seguinte, acho que é coisa para resultar!

Depois, e para terminar em beleza, fiz uma sessão de Aquabiking. Um conceito inovador em cabines individuais que permitem pedalar e relaxar na água em simultâneo. Constituída por 20 jatos de hidromassagem, cromoterapia e musicoterapia. Como não sou menina de praticar grande exercício não puxei muito, fiz tudo tranquilamente e gostei bastante. Achei é que a água podia ser ligeiramente mais quentinha, porque a modos que quando uma pessoa se senta o impacto é estranho!

A Clínica H20 tem ainda o VácuoFit que completa uma trilogia de serviços únicos no país, para além de diferentes serviços de estética. Pessoalmente sou menina para voltar. Acho que criei ali uma relação de amizade com o Rolfit. Se quiserem experimentar gratuitamente, basta ligarem para marcar a vossa sessão!


♥ Este post foi escrito em parceria com a H20 a quem agradeço o simpático convite♥