Vamos acabar com os piolhos de forma natural?

16 de junho de 2017

Por cá ainda não tivemos nenhum surto de piolhos mas vejo muitos posts por esta internet fora do drama que é quando os miúdos chegam a casa com brinde no couro cabeludo. Quando era miúda apanhei várias vezes e a verdade é que tenho bem vivas as memórias das noites deitada ao colo da minha mãe enquanto ela me ia catando com um pente especial. Lembro-me também de usar produtos e mais produtos, com cheiros medonhos e que muitas vezes aquilo não resultava de forma nenhuma e lembro-me mais ainda de eu no auge nos meus 8 ou 9 anos, levar uma rapada completa à conta destes amigos. É verdade, a minha mãe já não sabia o que fazer, tinha usado de tudo e nada resultava e decidiu cortar-me o cabelo, na altura mais curto do que o meu pai! Levou-me ao cabeleireiro e foi à máquina! Eu chorei. Chorei mesmo e só há uma fotografia minha assim, porque eu fugia de tudo o que eram máquinas [Ainda vou pedir a foto à minha mãe para vos mostrar, porque já sei que estão a achar que estou a exagerar! Mas não estou!]. segundo parece foi remédio santo, os amigos piolhos foram passear para outras paragens!

Quando descobri que havia forma de combater estes amigos de forma natural, sem químicos, nem queria acreditar! Parece que resulta mesmo! Eu ainda não experimentei, e espero não precisar tão cedo, mas se experimentarem contem-me por favor!

Os óleos doTerra são 100% naturais e puros. São compostos aromáticos que existem nas plantas e que constituem as suas defesas naturais. Desta forma têm também vários benefícios para a saúde das pessoas. 

COMO UTILIZAR:
Aplicar directamente na nuca DUAS GOTAS do Melaleuca e UMA GOTA do Lavender

ONDE ADQUIRIR:
Podem fazer as vossas encomendas através do email: maecomotu.doterra@gmail.com
Juntei-me à família doTerra e estou aqui para vos ajudar na melhor utilização possível destes produtos. Falarei sobre esta minha escolha noutro post.

Eu e as malas, as malas e Eu!



Se eu fosse uma menina abastada era pessoa para me exceder em algumas coisas e as malas seriam sem dúvida uma perdição! Adoro malas e acima de tudo, adoro boas malas. Mas como tudo o que é bom tem um custo e o universo nem sempre é justo na gestão dos recursos, aqui a menina tem de ficar apenas pelo namoro, sem chegar ao casamento! 

Mas eu era menina para ser feliz com alguns dos exemplares da foto! Estas são da Trendhim, uma loja de acessórios masculinos. Devem estar a perguntar-se “Porque raio é que uma mulher iria comprar uma mala de homem quando há tantas malas lindas para mulher?”. A resposta é simples: gosto de malas diferentes, que não se vejam assim todos os dias em cada esquina. Estas mochilas [por quem tenho nutrido um especial carinho desde que sou mãe!] chamaram-me a atenção porque são perfeitas para viagens, para ir para o trabalho [dando para levar o portátil] ou dar um passeio. Mesmo que não pensemos em levar muita coisa, uma mochila é super prática e confortável de carregar. Desde que a Bianca nasceu que temos usado bastante cá por casa, porque assim conseguimos levar tudo num único local, podemos alternar a sua utilização [o homem agradece não ter de andar de pochete debaixo do braço!] e ficamos com os braços livres para dar colo e tudo o resto que seja necessário! Para já temos apenas duas cá por casa, mas acho que o namoro platónico com uma destas ainda vai ter de passar para a esfera do real, nem que seja disfarçado de presente de aniversário ou de Natal. São mesmo giras! 

Moda? Não percebo nada!

10 de junho de 2017
[clicar na imagem para informação sobre o vestido]

Adoro passear por blogues e contas de Instagram cheias de senhoras maravilhosas com trapinhos lindos. A sério que gosto de ver e sigo muitas Fashion bloggers, mas nunca me passaria pela cabeça fazer posts sobre moda. Primeiro porque o meu tempo de usar saltos altos e muita maquiagem já lá vai, e depois porque de facto para mim qualquer par de calças de ganga confortáveis e uma camisola às riscas [de preferência azul] está perfeito. 

Sim, há uns anos, era eu uma miúda no auge dos seus 17 anos, andava sempre maquiada, de salto alto e tinha imenso cuidado na escolha da indumentária. Depois a vida mudou e comecei a ter outras prioridades e outros gostos. Comecei a aceitar-me mais e melhor e a perceber que acima de tudo tenho de me sentir bem na minha pele. Não sou nada contra quem veste [por vontade ou obrigação!], roupas mais informáveis e que ande diariamente de salto alto. Nada contra mesmo. E como disse atrás, gosto de ver. Mas não dá para mim! Já não troco o meu conforto por nada e acho que também é possível andarmos bonitas e elegantes mesmo que de forma mais simples e prática. Não vou para a rua de pijama, nem pouco mais ou menos, mas também já não consigo sair de casa em cima de umas sandálias de salto se sei que passado 10 minutos vou estar a coxear. Da mesma forma que também já não vou para a rua com calças ou camisolas pouco confortáveis que me iriam obrigar a estar de barriga encolhida ou a pensar constantemente "por que raio fui vestir esta gaita!". Deixei-me disso!

[clicar na imagem para informação sobre os vestidos]

Nos últimos dias tenho feito algumas partilhas na página de Facebook onde apareço eu e a Bi e onde se pode ver claramente o meu gosto por camisolas às riscas. Quem vir as fotos todas seguidas e sem reparar nos pormenores vai pensar que eu ando todos os dias com a mesma roupa. Mas não! Eu tenho é muita roupa muito parecida! Tenho mesmo uma grave pancada por camisolas às riscas e de preferência em tons de azul. Como ela está doente, com sono agitado e eu estou sem cérebro para trabalhar [porque a noite foi de novo complicada!] pus-me aqui na net a divagar e a ver roupa [até podia pôr-me a dormir, mas ela está sempre a acordar e eu fico melhor sem dormir do que dormindo às prestações!]. Mais roupa às riscas, claro está! Adoro estes vestidos assim simples, confortáveis e que ficam bem com sandálias rasas ou ténis. Gosto também de calções. Adoro calções. Mas nunca os uso! Verdade! Tirando quando estou na praia, não consigo andar com a perna tão ao léu! Eu, a minha celulite e as minhas varizes ainda temos de fazer as pazes. Por enquanto andamos de costas voltadas e eu sou assim aquela pessoa que tem vergonha delas e as mantém escondidas. Por isso é que também não uso vestidos muito curtos! Felizmente a celulite só [sooooó!] se alapou no rabiosque e nas coxas, por isso, daí para baixo já vou pondo ao léu. Mas muito raramente, que não sou cá menina de aventuras!

[clicar na imagem para informação sobre os calções]
E pronto, é isto! Quando tenho sono, tenho a miúda doente e ela dorme aos soluços, não vou estender roupa nem limpar wc's. Venho para a net escrever estes post's deliciosos que vocês amam de paixão! Espero que tenham gostado e escusam de pedir mais, porque só me dá para isto quando estou assim bêbada de sono e um bocadinho de mal com a vida por estar um sol do caraças e eu estar enfiada em casa! 
[clicar na imagem para informação sobre o poncho]

Pedir desculpa aos Filhos?


Esta semana partilhei um post na Página de Facebook que me saiu do coração. Sinceramente quando fiz a partilha nem pensei que tivesse tanto impacto nem tantas interações. Depois de ler todos os comentários percebi que efectivamente somos todos diferentes e vemos uma mesma realidade de formas bem distintas. Para contextualizar este post, para quem não leu, aqui fica:

Os pais também pedem desculpa aos filhos. Porque não há pais perfeitos.
Hoje o final do dia foi diferente para nós. Muita agitação da que ela gosta, com pessoas que ama. Em determinado momento eu precisei de falar com o meu pai ao telefone, precisava mesmo de falar com ele sobre assuntos sérios e que se não fosse naquele momento corria o risco de me esquecer de pormenores importantes.
Enquanto falávamos ela falava por cima, fazia perguntas só para não estar calada, porque estava feliz, porque estava agitada. Eu pedi uma, pedi duas, expliquei três vezes que precisava que ela estivesse um bocadinho calada para falar com o avó. Mas ela não queria saber...
E eu mandei-lhe dois berros daqueles que metem respeito. Acho que até o meu pai estremeceu. Ela calou-se. Suspirou fundo. E passado um minuto começou a chorar. E o meu coração definhou porque caiu-me a ficha. Tinha posto a pata na poça. Nada justificava que eu falasse assim com ela. Nada.
Antes de a deitar, falei no assunto, perguntei se se lembrava e ela disse que sim. Expliquei o que se tinha passado e pedi desculpa. Disse que às vezes os papas também fazem coisas erradas. Perguntei se ela me desculpava. Ela disse que sim, abraçou-me e disse que na próxima não fazia barulho ♥
Não há pais perfeitos. Eu não sou uma mãe perfeita. Mas hoje não ia conseguir dormir descansada se não lhe pedisse desculpa. Porque eu errei. Porque os pais também erram e o maior erro seria não o assumir.

A verdade é que já não é a primeira vez que peço desculpas à minha filha. Porque eu erro! Como qualquer ser humano. E se quando erro no trabalho, com os amigos ou com a família sou a primeira a pedir desculpa, porque é que não o haveria de fazer com a minha filha? Ela é uma pessoa como qualquer uma das outras e por acaso, é só a pessoa mais importante da minha vida! Porque é que haveria de ter menos respeito por ela do que tenho pelas outras pessoas? Para mim não faz sentido!

Já ouvi diversas vezes e já li outras tantas que ao ralhar e ensinar-lhes que devem respeitar o espaço do outro também é uma forma de educar. E por isso não faz sentido pedir desculpas. Discordo! A verdade é que é extremamente importante que ela perceba que tem de respeitar os outros, o espaço dos outros e que não pode ser sempre o centro do universo, mas não é de todo verdade que eu tenha de ser uma besta para lhe explicar isso. E naquele dia, foi aí que eu errei. Fui uma besta! E ao ser uma besta não estou a educar ninguém. Estou quando muito a ensinar-lhe que não há problema nenhum em sermos umas bestas com as pessoas que amamos se é para lhes ensinarmos alguma coisa! E não... desculpem-me, mas não é isto que eu quero que a minha filha aprenda!

Há ainda quem defenda que pedir desculpa é uma forma de humilhação e que nunca mais seremos merecedores de respeito por parte dos nossos filhos. Que nunca mais nos verão como uma forma de autoridade. Mais uma vez discordo. Pedir desculpa quando sabemos que estivemos mal, que errámos e que deveríamos ter reagido de outra forma não é humilhação nenhuma. É apenas o que tem de ser. O que está correcto. E o que queremos que um dia os nosso filhos façam. Queremos que sejam pessoas integras e que saibam que todos podemos errar, mas que é essencial reconhecer os nossos erros e trabalhar para que não se repitam.

Eu peço desculpa à minha filha e queria acreditar que nunca mais precisaria de o fazer, mas eu sou humana, e calha que sou como todas as pessoas à face de terra. Também meto a pata na poça. E se quando a minha filha fala mal com alguém ou magoa alguém eu lhe digo que tem de pedir desculpa e lhe explico porquê, que sentido teria eu não o fazer com ela? Há cada vez mais teorias sobre como educar as crianças, mas eu continuo a acreditar que um bom exemplo em conjunto com palavras bem escolhidas, são um método infalível. 

Podia estar aqui toda a noite a escrever-vos sobre este tema, mas vou deixar-vos um exemplo. Tinha eu 6 ou 7 anos e um dia quando a minha avó materna me foi levar a casa, como fazia quase todos os dias antes dos meus pais chegarem, enquanto íamos de mãos dadas pelo passeio ela diz-me assim "Oh filha, desculpa pelo que o teu avó te disse. Eles às vezes não sabe o que diz!". Não me recordo o que se tinha passado antes. Não faço ideia do que é que o meu avó me teria dito. Mas recordo-me disto como se tivesse sido ontem. A minha avó, mãe da minha mãe, uma senhora humilde, que todos os dias me ia buscar à escola a pé, me fazia o almoço, me punha a dormir a sesta, me dava o lanche e depois me ia levar a casa, pediu-me desculpa porque alguém me tinha magoado e ela sabia que eu merecia um pedido de desculpas e que esse pedido jamais me seria feito. E a verdade é que isto me marcou. E me ensinou muito. E nunca deixei de respeitar a minha avó por causa disto, antes pelo contrário ♥

Vamos aprender a ler rótulos?

28 de maio de 2017

Nos nossos dias as idas ao supermercado podem ser uma verdadeira dor de cabeça para quem quer fazer boas escolhas [ou escolhas menos más!]. Existem zonas específicas no supermercado onde encontramos alimentação [supostamente] mais saudável. Mas será mesmo assim? Será que podemos comprar sem olhar para os rótulos? Será que podemos confiar que todos os alimentos presentes nestas zonas são de facto boas escolhas? Não! Não podemos! E para perceber isso basta perder [ou ganhar!] um bocadinho de tempo a analisar alguns rótulos! 

Como sei que esta não é uma tarefa simples para todos, porque para mim também não era, pedi ajuda à minha querida Ana Parreira, que é nutricionsta, para nos ajudar e dar algumas dicas que nos permitam fazer escolhas conscientes quando vamos às compras. O ideal mesmo, seria apenas descascar e não desempacotar, mas como isso não é possível, vamos lá aprender a fazer escolhas mais conscientes! 

Rotulagem Nutricional - Ana Parreira

O que é a rotulagem nutricional? 
“É o conjunto de menções e indicações, marcas de fabrico ou comerciais, imagens ou símbolos, referentes a um género alimentício, que figurem em qualquer embalagem, documento, aviso, rótulo, anel ou gargantilha que acompanhem ou se refiram a esse género alimentício.” “O rótulo deve fornecer todas as informações que permitam ao consumidor conhecer o produto e fazer escolhas conscientes, existindo informações que têm um carácter obrigatório e outras que são opcionais.”

Que menções são então obrigatórias num rótulo?


1. Denominação do alimento
2. Lista de ingredientes
3. Ingredientes ou auxiliares tecnológicos ou derivados de uma substância ou produto que provoquem alergias ou intolerâncias
4. Quantidade de determinados ingredientes ou categorias de ingredientes
5. Quantidade líquida do alimento
6. Data de durabilidade mínima ou a data-limite de consumo
7. Condições especiais de conservação e/ou as condições de utilização
8. Nome ou a firma e o endereço do operador da empresa do setor alimentar
9. País de origem ou o local de proveniência
10. Modo de emprego
11. Título alcoométrico
12. Declaração nutricional

Para facilitar e ajudar o consumidor nas suas escolhas, foi criado o esquema do Semáforo Nutricional. Este esquema é um código de cores que auxilia na escolha de alimentos mais saudáveis durante as idas aos supermercados. Este é um esquema que associa 3 cores, tendo em conta a dose do alimento, sendo em tudo semelhante a um sinal de trânsito para 4 nutrientes específicos:
1. Gordura
2. Gordura saturada
3. Açúcar
4. Sal.

Significado das cores:
Verde – para alimentos com baixa concentração do nutriente no produto
Laranja/amarelo – para alimentos com concentração média do nutriente no produto
Vermelho – para alimentos com alta concentração do nutriente no produto.

Para facilitar ainda mais as leituras aos consumidores, a Direção Geral de Saúde (DGS), criou descodificadores nutricionais para os nutrientes apresentados como chave nos rótulos. Para os utilizarmos basta comparar a informação presente no rótulo do alimento/produto alimentar ou bebida por 100g ou 100mL, com a informação do descodificador.



O objetivo principal será optar por alimentos e bebidas com nutrientes maioritariamente da categoria verde, moderar o consumo de alimentos com um ou mais nutrientes da categoria laranja/amarela e evitar alimentos com um ou mais nutrientes na categoria vermelha.

Referências bibliográficas:
http://www.apn.org.pt/documentos/ebooks/Ebook_Rotulagem.pdf
http://nutrimento.pt/noticias/descodificador-de-rotulos/
http://alimentacaosaudavelesustentavel.abae.pt/



Há dias em que para continuar a sorrir é preciso dizer CHEGA

26 de maio de 2017

Já lá vão uns anos, tantos que já lhe perdi a conta, em que lido e vivo diariamente com a Endometriose. Mesmo antes de lhe conhecer o nome, já conhecia a sua pior forma. E por mais anos que passem ainda não consigo aceitar ou reagir menos mal a determinados comentários que me chegam [mesmo aos que não são para mim e me chegam pelas minhas EndoAmigas]. Muitas vezes as pessoas não falam por mal, abrem a boca apenas porque querem dizer alguma coisa e acham que dizer "olha, ao menos não é um cancro!" serve de consolo e é simpático. Mas não é! A sério que não é! 

Para alguém que vê a vida desfeita por uma doença, para alguém que vê o sonho da maternidade anulado, para alguém que sente o casamento desfeito, para alguém que teve de abdicar da profissão para a qual estudou, ouvir este tipo de comparações ou este tipo de consolo ambulante é ofensivo, é desrespeitoso e é só mais um motivo para se sentir nauseada e com vontade de apertar pescoços. São muitas as vezes em que as pessoas que nos rodeiam [sejam próximas ou nem tanto] se acham no direito de comentar e de dar palpites sobre esta patologia e acham que é perfeitamente válido fazer comparações com outras doenças ou com outras situações. E eu, que até sou boa pessoa e promovo a paz no mundo, nestas alturas tenho sempre o desejo secreto de ter o super poder de enviar Endometriose por telepatia, do meu intestino directamente para a língua dessas pessoas. 

Se há coisa que me faz rugas, que me tira o sono, que me revolta o estômago e que me deixa com os cabelos em pé, é alguém que nunca passou por nada similar achar que isto é tudo uma mariquice e que só porque fizemos uma cirurgia [ou duas, ou três!] estamos curadas e podemos muito bem fazer-nos à vidinha e agradecer por não ter nenhum cancro!

Mas o que essas pessoas não sabem, e nem têm de saber porque de facto não lhes diz respeito, é que muitas vezes, por trás de um sorriso e de uma mulher que até tenta lidar com esta doença de uma forma positiva, está uma bexiga que deixou de funcionar, está uma gravidez que não chega, estão anos de tratamentos de fertilidade, estão todos os sintomas de uma menopausa com 20 anos de antecedência, está uma vida sexual de merda por causa das dores e está um corpo cansado de anos e anos de diversos sintomas. 

E não me levem a mal estas palavras um pouco fora do meu registo habitual, mas há dias em que para continuar a sorrir também é preciso dizer CHEGA. E já chega, a sério que já chega querido mundo, de desvalorizar esta maldita doença. Porque enquanto ela for desvalorizada desta forma tão leviana nós portadoras, vamos continuar a ter de lutar e lutar para termos o devido acompanhamento médico e as nossas filhas [para quem as conseguiu ter] vão ainda sofrer nas amarras desta doença que não tem respostas!