Gelatina saudável!

19 de setembro de 2015
Nunca gostei de gelatina. Confesso que a consistência da coisa me faz imensa confusão. Não sei explicar, mas simplesmente não consigo comer aquilo. Mas sei que a gelatina é quase obrigatória em todas as festas de anos e é uma sobremesa bastante apreciada pela maioria das pessoas sendo muitas vezes incluída na dieta alimentar dos infantários e em dietas prescritas por nutricionistas.

Há uns anos para cá tenho ouvido muita propaganda a favor da gelatina. Há quem diga que emagrece. Há quem diga que faz bem às unhas e ao cabelo. Há quem diga que que hidrata a pele... E eu às vezes pergunto-me "será que os hipotéticos benefícios compensam os malefícios? ". Vejo também, pelos vários grupos de mães onde participo, que a gelatina é oferecida a bebés, muitas vezes antes de completarem 6 meses. Como nunca foi algo que se consumisse cá em casa Baby B. nunca teve contacto que esta sobremesa, no entanto, sabia que a partir do momento em que entrasse para o infantário a realidade seria outra.

Antes de passar à opção saudável da gelatina [sim existe uma opção 100% saudável e vegetal e super fácil de fazer!] quero partilhar convosco um pouco mais sobre a forma como as gelatinas que encontramos nos supermercados são feitas. Muitas marcas já optam por gelatinas 0% de açúcar mas para o sabor estar lá à mesma têm de o substituir por outros elementos, possivelmente mais maléficos e ainda menos saudáveis do que o próprio açúcar. Para além da questão do açúcar ou adoçantes temos a questão dos corantes utilizados para a coloração das gelatinas.

Infelizmente não há no mercado uma opção que seja totalmente saudável, nem as já prontas, nem as que vêm em pacote e é necessário juntar a água. Pude confirmar esta informação junto de algumas marcas que amavelmente me responderam, às quais lancei o desafio de criar uma gelatina vegetal, sem açúcares e sem corantes. E o pior de tudo é que há muitos outros alimentos que levam gelatina, que se encontra discretamente disfarçada nos ingredientes atrás do E441.

Mães queridas que me seguem, pela saúde dos pequeninos, não é de todo recomendado oferecer este tipo de produto aos nossos pequeninos, pelo menos até aos dois anos de idade. Para quem não tem uma noção clara de como é feita a gelatina animal, recomendo que vejam o vídeo que coloco a seguir. É um pouco longo, mas vale a pena para nos elucidar mais.


Agora a parte positiva do post, é possível comer gelatina 100% saudável e não dá mais trabalho a fazer do que a que se compra em pó. Existe uma alga, chamada Ágar- Ágar que confere a textura da gelatina. Pessoalmente não vos posso dizer se o efeito fica mesmo igual, porque nunca comi gelatina da outra, logo não consigo comparar [é verdade, tenho 30 anos e nunca comi gelatina na vida. Apenas provei uma vez e nem engoli, cuspi porque detestei a textura!].

Hoje partilho convosco duas receitas simples que fiz para os anos da Baby B. ela provou as duas e apesar de ao início ter estranhado a textura, depois comeu tudo. Podem também encontrar mais receitas no blogue Na Cadeira da Papa e em vários outros blogues. Basta fazer uma pesquisa pela net para ficarem com inúmeras ideias.

Gelatina Manga Laranja
250ml de sumo de laranja natural
250ml de água
2 colheres chá de ágar-ágar
1 manga 


Colocar a água num tacho e juntar o ágar-ágar, levar a lume brando e ir mexendo até ferver. Deixar ferver cerca de 2minutos. Juntar o sumo de laranja e mexer bem. Na taça ou taças onde vão servir a gelatina, colocar a manga cortada em pedaços pequeninos. Verter a mistura por cima da manga e deixar arrefecer um pouco. Levar ao frigorifico até obter a consistência de gelatina.


Gelatina de Pêra e Banana
500ml de água
1 Pêra madura
1 Banana madura
2 colheres chá de ágar-ágar

Colocar a água num tacho e juntar o ágar-ágar, levar a lume brando e ir mexendo até ferver. Deixar ferver cerca de 2minutos. Fazer um puré com as duas frutas e juntar ao preparado anterior. Mexer bem para ligar. Verter para uma ou várias taças e deixar arrefecer um pouco. Levar ao frigorifico até obter a consistência de gelatina. Pelo que me apercebi, esta receita fica com uma consistência mais parecida com um pudim, devido à polpa da fruta.



Só ofereci estas gelatinas à pequena quando ela fez 12 meses. Mas segundo o que tenho lido, desde que já tenham feito a introdução das frutas utilizadas, não haverá problema. Como podem ver é super simples fazer uma gelatina saudável e as combinações possíveis são imensas. Mesmo para os adultos é possível fazer por exemplo o nosso chá favorito e transforma-lo numa gelatina saudável!

Espero que tenham gostado deste post e se quiserem deixar-me links de outras receitas estejam à vontade! Um óptimo e saudável fim-de-semana

Infantário - O começo de uma vida diferente

Chamem-me lamechas, chamem-me piegas, chamem-me parva, chamem-me tola, chamem-me o que bem vos apetecer, mas a verdade é que estas primeiras semanas foram muito complicadas emocionalmente e não tenho qualquer vergonha em dizê-lo e em admito-lo. 

A integração no infantário apesar de ter sido muito muito gradual, não foi fácil, para nenhum de nós os três. Esta semana começámos a conformar-nos com esta escolha e com esta decisão, mas a verdade é que na primeira semana Baby B. estava triste. A mãe estava triste e o pai triste estava. 

Estamos todos a lidar com esta mudança e com esta alteração na rotina à nossa maneira, da forma que sabemos e da forma que nos faz mais sentido. Se estou triste, se me apetece chorar porque sei que a minha filha ficou 20minutos a chorar agarrada ao peluche, até conseguir adormecer, se isso me parte o coração, se isso me deixa de rastos, não tenho porque andar a dizer que está tudo às mil maravilhas e estamos todos felizes e contentes cada qual na sua nova rotina. Havemos de lá chegar [espero!], porque os progressos estão a ser bastante positivos, mas ainda não o conseguimos totalmente.


Confio no espaço. Confio nas pessoas. Nada disso está em causa. A verdade é que foram 12 meses em que estivemos juntas praticamente 24horas por dia. Foram 12 meses em que o nosso mundo esteve sempre interligado e no fundo, este foi o corte do cordão umbilical, tanto para mim como para ela. Dizem-me sempre que eles ficam bem, que assim que viramos costas se esquecem, que só choram mesmo quando estamos nas despedidas, que nos custa muito mais a nós do que a eles, que... que... Mas muito sinceramente, nada disso me interessa e nada disso me apazigua o coração. É a minha filha. E o resto, para mim é conversa de circunstância que se usa quando não se sabe o que dizer. 

Na primeira semana não houve dia nenhum em que Baby B.  não estivesse com olhos de choro e com um olhar triste e distante. Cada vez que eu chegava ela estava sentada no chão ou à mesa, a olhar literalmente para o ontem. Na segunda semana, começou a explorar o espaço e a ganhar confiança. Acho que já não se sente tão perdida e abandonada. O olhar já não vem pesado e choroso e eu já mereço grandes abraços e beijinhos assim que chego. Acho que já percebeu que eu vou, mas volto sempre de sorriso nos lábios e braços abertos.


Sei que nós, mulheres, lutámos muitos e muitos anos pelo direito ao trabalho e à igualdade de género, mas na minha modesta opinião, que vale o que vale e é apenas e só a minha, num mundo perfeito não existiriam infantários, e as crianças apenas iriam para o Jardim de Infância quando realmente lhes faz falta a integração com os pares e precisam de começar a desenvolver competências específicas, que nem sempre os pais ou os avós estão preparados para ensinar.

Bom fim-de-semana, pessoas queridas ♥

Desenhos animados e brincadeiras

14 de setembro de 2015
O post de hoje é um pouco diferente do habitual mas achei que podiam achar interessante e que vos podia ser útil. Não tenho por hábito ter a televisão acesa quando estou sozinha com a boneca em casa. Nunca liguei nenhuma à televisão e sinceramente acho que nesta fase da vida dela não lhe faz falta nenhuma [já o pai, assim que chega liga logo o transmissor de desgraças e tem tentado converter a miúda ao mundo desportivo!]. Contudo, às vezes preciso de a entreter alguns minutos para actividades estritamente necessárias, em que não posso estar sentada ao pé dela, ou estar sempre de olho ou a parar o que estou a fazer e por isso costumo senta-la na cadeira da papa e ligo o computador para ela ver alguns desenhos animados. 

Como nunca gostei de televisão e nunca fui fã de desenhos animados, a selecção que faço tem de ser muito criteriosa, e são muito poucos os que me convencem.



Nas minhas primeiras pesquisas, descobri o João Bebé. Pareceu-me engraçado e ritmado e ela gostou. Como existem vários vídeos e o tempo de visualização diária sempre foi reduzido, nos primeiros meses, usei apenas estes. Mas cheguei a uma altura em que já não conseguiu ouvir o João Bebé e tive de fazer novas pesquisas.

Recomendaram-me o Jardim da Anita, a Xana Toc Toc mas sinceramente achei ambas muito irritantes. Era uma tortura ter de ouvir aquilo. Por isso nunca mostrei à pequena. O Canal de Youtube onde se encontram os vídeos do João Bebé tem também algumas músicas infantis que volta e meia colocava.

Recentemente descobri o Hoopla Kidz que tem também vários vídeos com músicas infantis engraçadas.  Temos desenjoado um pouco do João Bebé e mesmo quando estou sentada com ela no chão, coloco estas músicas para irmos cantando e fazendo alguns gestos. A boneca adora!



Eu tenho umas leitoras que são umas queridas e que me vão mandando mensagens e deixando comentários com sugestões fantásticas. Aqui há dias a Helena F. deixou-me um comentário com o endereço do site TempoJunto. Só vos digo que vale a pena ter o site sempre aberto e ir espreitando quando a imaginação faltar. A Patrícia partilha imensas actividades para fazer com os miúdos das mais simples às mais elaboradas. Para ser mais fácil seguirem tem também página no facebook.


Espero que tenham gostado destas dicas e conto com os vossos comentários para mais dicas maravilhosas. Tenho mais uma receita de bolo para partilhar convosco, um novo post sobre a higiene dos quartos Montessorianos [porque há muitas mães que fazem questões sobre esta temática] e claro, um post daqueles de aperto no peito, sobre os primeiros dias de infantário. Por isso, não saiam desse lado! [Isto soou tanto a slogan publicitário, e copiado!].
Beijinhos e boa semana com pouco ranho e nenhuma febre ♥


Papa caseira de cevada e fruta

10 de setembro de 2015

Já há alguns dias que a boneca da casa não comia papa ao lanche. As papas com banana são sempre sucesso garantido e são aprovadas tanto pela pequena como por nós! O pai, com a desculpa de que estava quente e tinha de verificar a temperatura a cada colherada, comeu metade! 

Ingredientes
2 Colheres de flocos de cevada
1 Colher de farinha de côco
1 Pêssego
1 Banana
150ml água

Preparação
Descascar a fruta e juntar todos os ingredientes num tacho, levar a lume brando e ir mexendo ocasionalmente durante cerca de 15 minutos. Se desejarem, no fim é assar com a varinha mágica. Se o bebé já comer bem pedaços, basta ir mexendo com as varas. 

Na Bimby
Colocar todos os ingredientes na Bimby, vel. 1, temp. 70º durante uns 15m. No fim é colocar alguns segundos na velocidade 4 ou 5, se desejarem passar a fruta toda. Espero que gostem de mais uma receita simples e saborosa para um lanche saudável e diferente. 


 Este post foi escrito a um Domingo, mas ficou aqui pendurado. "Tadinho" 

Caixa dos tesouros ♥ #1

7 de setembro de 2015

"Nós não paramos de brincar porque ficamos velhos, nós ficamos velhos porque paramos de brincar." George Bernard Shaw

Depois de me apaixonar pelos quartos Montessorianos dos quais já falei NESTE post, comecei a ler mais e mais sobre o método e decidi também adoptar a "Cesta dos Tesouros". Cá em casa chamamos de "Caixa dos Tesouros" porque efectivamente escolhi uma caixa para encher de tesouros [não tinha nenhum cesto disponível e o que estava dentro da caixa podia ser reposicionado!]

A caixa dos tesouros pode ser adoptada a partir do momento que os bebés se sentam e começam a querer explorar objectos com as mãos e levá-los à boca. A ideia base é colocar objectos presentes na casa e na natureza dentro de um cesto ou caixa, ao qual o bebé tenha acesso e de onde os consiga retirar facilmente. Os objetos escolhidos devem ter diferentes tamanhos, pesos, cheiros, texturas, materiais e cores devendo ser suficientemente grandes para que não possam ser engolidos e não ter pontas afiadas ou faces que possam magoar o bebé nas mãos ou na boca, se eles os morderem. Como o mais certo é os objetos serem colocados na boca, há alguns que devemos ter o cuidado de lavar bem. 


Esta caixa pode conter vários objetos de uma só vez que podem ser mudados de tempos em tempos, ou podemos ir adicionando novos objetos todos os dias e retirando os mais antigos aos quais o bebé já não mostra interesse. Perante esta caixa, o bebé deverá mostrar curiosidade, interesse e surpresa. Esta actividade é também interessante e estimulante para nós pais, que diariamente iremos procurar novos objetos para adicionar a esta caixa.


Nesta caixa podem incluir coisas como uma carteira, uma casca de noz, uma concha, uma pinha, um pincel, uma pena, um sino de metal, uma pedra, etc. Os bebês e as crianças usam todos os seus sentidos, enquanto nós os adultos dependemos mais da visão. Por isso, objetos que possuam um padrão visual ou uma textura diferenciada na superfície, um aroma especial, que sejam gelados ao toque ou que produzam sons quando movimentados são especialmente interessantes. Para uma criança pequena, tudo é uma descoberta nova e excitante. Com crianças pequenas, é importante lembrar que se trata de um grande estímulo, sendo melhor oferecer-lo depois da sesta ou de manhã ao acordar. [Parágrafo adaptado do site Lar Montessori].


A nossa caixa dos tesouros tem objectos muito diversificados e como alguns se vão perdendo pela casa vou colocando novos objectos quase todos os dias. Iniciei esta actividade já a pequena tinha 12 meses [simplesmente porque não me lembrei antes, apesar de ter falado sobre isto na universidade, só agora ao estudar mais afincadamente o método é que decidi aplicar!] e a reacção foi muito positiva. O primeiro instinto é quase sempre tirar um objeto de cada vez para fora, até estarem todos cá fora, só depois é que os começa a explorar de forma individual até escolher o seu favorito e o levar para outro local da casa, esquecendo a caixa. 



Neste momento a nossa caixa tem objetos como uma forma de silicone, uma base para copos em plástico, uma colher, faca e garfo [cada um de cor diferente], uma argola de guardanapos em madeira, uma colher medidora de plástico, uma tampa de embalagem de detergente [extremamente bem lavada!], duas pedras de cores, pesos e texturas diferentes [também lavadas], uma concha, uma caixinha com tampa onde coloco um outro objeto, uma bolsa de fecho onde também coloco outro objeto, uma espátula de madeira, um coração anti-stress, um peluche, um pote pequeno de vidro [escolhi um que tinha guardado de uma compota em miniatura, o vidro é extremamente grosso e mesmo que caia ao chão das mãos da pequena não parte!]

Espero que tenham gostado desta sugestão e se a aplicarem aos vossos pequenos partilhem as fotos dos vossos cestos dos Tesouros que crio um álbum no facebook para as colocar, como fiz com os quartos. Assim podemos inspirar outros pais para as mesmas actividades. Tentarei fazer um post mensal sobre este tema, para vos mostrar os objetos presentes nesse momento na caixa partilhando assim novas ideias.

Um grande beijinho e obrigada por estarem desse lado e nos acompanharem nesta aventura que tem sido linda e cheia de descobertas fantásticas! Que a vossa semana seja mágica♥


Bolinhos de maçã e canela

4 de setembro de 2015

Que eu gosto de cozinhar vocês já sabem. Que eu adoro inventar, acho que também não há dúvidas. Comer? Sim, também me agrada muito! Agora que para mim a cozinha é uma terapia tão boa, ou melhor, do que a escrita, acho que ainda não vos tinha dito. Pois não?!

Esta semana temos andando um pouco mais tristes. Todos. Sem excepção. A entrada no infantário não foi pacífica para ninguém. Mas falo disso mais logo. Ou amanhã. Ou quando me apetecer. Se me apetecer! Hoje quero partilhar convosco esta receita que me saiu no dia que foi particularmente mais difícil para nós. Baby B. estava tão tristonha que depois de ela ir dormir lhe preparei um miminho extra para o dia seguinte. O pai também estava triste e tive de ralhar com ele para não comer tudo sozinho, senão a boneca não tinha nada na manhã seguinte! Se há coisa que a pequena não é, é esquisita com tudo o que lhe faço, e estes bolinhos também foram aprovadíssimos! Por isso, esta receita foi provada e aprovada por todos cá em casa. Até uma das avós provou e gostou [mas estava cheia de fome, por isso não sei se conta!]. A repetir, sem dúvida, mas claro com algumas alterações, porque eu sou menina de inventar muito, e sempre!

Ingredientes:
2 clh/sopa de iogurte natural [usei iogurte vegetal que é o que consumimos]
1 ovo
2 clh/sopa de flocos de aveia
1 maçã
1 banana
1 clh/café de canela em pó
3 clh/sopa de sopa de farinha de côco
5 clh/sopa de farinha de trigo
1 clh/café de fermento

Preparação:
Ligar o forno a 180º. Numa tigela funda bati o ovo inteiro com o iogurte. Juntei a banana amassada com um garfo e a canela e voltei a mexer bem com as varas. Juntei os flocos de aveia e a maçã cortada em pedaços muito pequeninos [a ideia é sentir a maçã quando se está a comer os bolinhos]. Juntei a farinha de côco e voltei a mexer. Por fim fui adicionando a farinha de trigo e o fermento e fui mexendo com uma colher. A massa fica um pouco pegajosa e não é fácil de moldar com as mãos. Mas com elas enfarinhadas consegui fazer pequenas bolas, com cerca de 1cm de altura e colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal. Se tiverem dificuldade tirem pequenas porções com uma colher de sopa, coloquem no tabuleiro e ajeitem a forma com a colher. Levar ao forno a 180º cerca de 20m.

Nunca próxima vez, possivelmente colocarei raspa de laranja para lhe dar mais sabor e um pouco de óleo de côco para que fiquem mais fofos. Se desejarem adoçar um pouco sugiro que coloquem uma colher de açúcar de côco.

* Como coloquei um ovo, estes bolos só devem ser oferecidos após a introdução do ovo na dieta alimentar dos vossos filhotes. A introdução da canela só fiz após os 12 meses porque não é algo consensual entre pediatras. Por cá não tivemos nenhuma reacção alérgica. *

Espero que por esses lados a receita também seja provada e aprovada ♥