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Não sou perfeita. Mas sou honesta, e para mim isso é o mais importante. 
Tenho defeitos, muitos. Erro, mais do que gostaria. Mas sei pedir desculpa. E peço desculpa mesmo quando não tenho a culpa, porque às vezes, vale mais a paz de espírito do que as certezas absolutas. Confio, quase sempre. E muitas vezes confio demais. 
Tenho poucos filtros. Digo o que penso e sinto sem perceber que isso mais tarde me pode prejudicar. 
Os filtros que tenho são para não magoar os que mais amo. Vou-me magoando a mim, de quando em vez, ao guardar tanto. 
Quando gosto, gosto mesmo. E vou até ao fim do mundo se a pessoa precisar. 
Choro pouco. Acho que já chorei demais!
Falo pouco, porque a vida me foi ensinando a observar e a ouvir mais! Há quem confunda isso com antipatia. Mas é uma forma de ser. Nada mais! 
Não preciso de muito. Os meus ao redor é quanto basta. 
Já me senti a pessoa mais injustiçada do mundo [quem nunca?] mas sei que já fui [e todos os dias sou!] a pessoa mais sortuda do universo. 
A vida nem sempre é justa. A vida nem sempre nos deixa seguir os sonhos e às vezes consegue ser mesmo tramada. Mas uma coisa que já me ensinou é que por maiores que sejam as batalhas, por mais injustas que sejam as pessoas, não há nada, mas mesmo nada que nos possa derrubar, se soubermos quem somos e não nos desviarmos nunca do caminho que a nossa consciência traçar para a nossa vida. 
Que 2018 nos traga saúde. O resto, é correr atrás!

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