Escolhas. Tudo é uma questão de escolhas!

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Cada família tem os seus hábitos alimentares e cada um sabe que hábitos alimentares deseja incutir nas suas crianças. Contudo, já diz o velho ditado que "o saber não ocupa lugar" e por isso é que muitas vezes partilho convosco textos e as minhas experiências, na tentativa de que a minha filha tenha uma alimentação equilibrada e saudável.

Não sou melhor mãe do que quem dá iogulinos e danoninhos todos os dias. Não sou melhor mãe do que quem dá boiões de fruta e comida embalada diariamente. Não sou melhor mãe do que quem ache que faz todo o sentido crianças com 10 meses comerem batatas fritas, manteiga de amendoim e gelatinas. Não sou melhor mãe do que ninguém. Mas sou a melhor mãe que a minha filha pode ter! E por isso mesmo, tento todos os dias aprender mais um bocadinho, estudar mais alguma coisa e conhecer novos ingredientes.

Desde que fui mãe também eu tenho feito várias mudanças na minha alimentação e consequentemente na lista de compras cá de casa. Se acho que não é saudável para a minha filha também não é para mim. Claro que, na casa dos 30, já muitos vícios estão enraizados e são várias as vezes em que me rendo às tentações. Mas de um modo geral, tenho tido um comportamento alimentar equilibrado e saudável e isso reflete-se na pele, nas unhas, no cabelo, na forma como me sinto e na querida balança!

Leio e ouço frequentemente que "antigamente comíamos e bebíamos de tudo e ainda cá estamos!", que antigamente não havia estas "frescuras" de não comer carne de porco nem beber leite de vaca, que antigamente se parava o choro com fraldas cheias de açúcar, que antigamente quem não tinha leite materno chegava a ser alimentado a leite condensado. É verdade que todos estão cá para dizer e escrever estas coisas, mas também é verdade que a população adulta é hoje em dia uma população doente. A hipertensão, o colesterol, a diabetes, a obesidade e outro tipo de problemas passaram a ser extremamente comuns, já para não falar de todo o tipo de doenças que têm surgido nos últimos anos.

Como portadora de uma doença crónica, que suspeita-se possa ser também desencadeada pela alimentação e na qual a alimentação tem um importante contributo para alívio de sintomas, resta-me fazer o melhor que sei e que consigo no que respeita à minha alimentação e à da minha família.

Nesta cruzada por uma alimentação mais saudável tenho encontrado pessoas que pensam como eu e que tentam fazer o mesmo e porque nem sempre estas pessoas e estas opiniões são bem aceites em todos os espaços de debate online, hoje nasceu o Movimento Crescer Saudável.

Se estas temáticas vos interessam e se respeitam esta forma de estar e de viver, sintam-se convidados a participar deste espaço e sejam felizes!



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