O Natal está a chegar!

26 de novembro de 2018
Cada vez mais cedo se começam a ver as decorações de Natal pelas lojas e centros comerciais, mas cá por casa só começamos a entrar no espírito quando o mês de Dezembro começa a espreitar. 

Nunca fui fã desta altura do ano simplesmente porque me fazem muita falta os que já não estão cá e porque nunca posso estar em simultâneo com todos os que amo. Por maior que seja a minha ginástica, no Natal haverá sempre alguém que fica triste e mais sozinho na noite da consoada, e isso a mim deixa-me de rastos. 

Mas se por um lado fico triste, por outro adoro toda a magia que esta época envolve, e desde que fui mãe vibro ainda mais com o mês de Dezembro. Em cada ano que passa o meu empenho é maior na decoração da casa, nos presentes personalizados, nas músicas e nas histórias.


Este ano queria comprar uma árvore grande e gostava de fazer um presépio com a Bianca. Ela anda entusiasmada com toda a quadra e eu tenho andando a ver os sites das grandes lojas para perceber quais as melhores ofertas e ir directa ao que me interessa sem perder muito tempo. Hoje apercebi-me que a DeBorla tem no site a possibilidade de comprar algumas peças das coleções de Natal online e andei a deliciar-me por lá! Confesso que o mais certo é ir até à loja mais próxima para trazer tudo porque a oferta em loja é ainda mais vasta, mas o facto de terem esta possibilidade online já foi o suficiente para perceber onde seriam feitas as nossas compras este Natal, não só pela variedade de escolha mas também pelo preço. 

A verdade é que se pudesse decorava grande parte da casa com luzes, luzinhas, animais fofos e enfeites variados. Adoro sentar-me a olhar para a árvore e ficar perdida no tempo e nos meus pensamentos enquanto as luzes me vão embalando. Adoro o cheiro das bolachas caseiras que fazemos com mais frequência. Adoro o som das músicas que vamos cantando e adoro acima de tudo conseguir ter ainda mais tempo para estar de corpo e alma com os que me são mais queridos e gostava que a magia desta época perdurasse por todo o ano.

Deixo-vos algumas imagens do site da DeBorla e se quiserem espreitar basta clicar em cada uma delas. Cuidado, correm sérios riscos de não conseguir sair do site sem fazerem uma comprinha que seja.


Querem mais posts sobre o Natal?!

Terapia da Fala? Não é muito cedo?

14 de novembro de 2018


Hoje é o dia Nacional do Terapeuta da Fala e por isso quem vos escreve o post de hoje é a minha Terapeuta favorita, a Fátima Silva. Temos também um testemunho pessoal para dar neste tema, mas ainda não me fez sentido fazer essa partilha convosco. Mas este é um tema que vale muito a pena abordar e que merece a atenção de todos, pais e professores!

Terapia da Fala? Não é muito cedo?

Pela terapeuta Fátima Silva 
Quantas vezes tu, pai ou mãe, já disseste para ti mesmo “não é nada, com o tempo vai passar”. Aliás, quantas vezes já foste ao médico por uma qualquer questão tua e era só isso que querias ouvir? Que é normal, que não precisas de te preocupar? Quantas vezes o que queres ouvir da boca dos teus amigos é que são coisas da tua cabeça, que há tantas crianças como a tua ou frases como “o meu filho também era assim, depois parece que teve um click e agora fala pelos cotovelos”. Pois é… nós pais queremos que assim seja. Queremos que as coisas se resolvam por si só, que o tempo seja o nosso maior aliado. Mas às vezes as coisas não são exatamente como gostávamos que fossem. E isso não é necessariamente mau.
E é aqui que entra o terapeuta da fala na vida de muitas famílias. Nunca é cedo demais para conheceres um terapeuta da fala. Nunca é cedo demais para que um terapeuta da fala faça parte da tua vida e te ajude a lidar com aquilo que o tempo, sozinho, não consegue. Na verdade, se olhares para trás, consegues perceber como a linguagem e a comunicação se desenvolvem desde que pegaste o teu filho nos braços, desde o primeiro toque, o primeiro cheiro, desde que olharam um para o outro com sentimento de pertença, desde que o teu bebé reagiu pela primeira vez a um som do ambiente, ao timbre e à melodia na tua voz.
Por vezes, porém, este desenvolvimento não é aquele que se espera. Podemos pensar que é uma questão de cultura, de sociedade, das exigências do nosso tempo. Podemos. Mas que isto não nos descanse. Que este pensamento não nos deixe menos alerta para aquilo que tantas pessoas já estudaram acerca do desenvolvimento da linguagem. Apesar de sabermos que cada caso é um caso, que cada criança se desenvolve ao seu ritmo, sabemos também que há etapas fundamentais por que cada uma deve passar, numa determinada janela temporal, de forma a que a aquisição das diferentes competências seja o mais natural possível. Além disso, é demasiado evidente o impacto que uma dificuldade na linguagem, na fala ou na comunicação pode ter não só ao nível das aprendizagens como ao nível das relações que a criança estabelece no meio em que vive.
A gestão das expectativas da família quanto à necessidade da terapia da fala é muitas vezes um grande desafio para o terapeuta da fala. É preciso mostrar aos pais (e muitas vezes aos profissionais de educação e saúde que estão no processo) quais as etapas principais do desenvolvimento da linguagem, é preciso demonstrar que o facto de haver outras crianças a (não) falar da mesma forma não retira a necessidade de uma intervenção especializada com o filho deles. É preciso também gerir as nossas próprias expectativas e aceitar que a decisão da família é o que prevalece, desde que tenha sido uma decisão tomada em consciência, uma decisão informada e participada.
Felizmente já há imensa informação disseminada sobre os marcos de desenvolvimento linguístico, sobre sinais de alerta nas diferentes áreas que compõem o saber fazer do terapeuta da fala. Deixo aqui apenas três pistas para que estejas – um pouquinho mais – atento ao desenvolvimento do teu filho:
  1. Os marcos de desenvolvimento são atingidos mais ou menos na mesma idade por todas as crianças. Não é algo rígido, uns meses antes, uns meses depois, cada qual ao seu ritmo mas dentro da mesma janela temporal.
  2. É necessário que haja oportunidade para que o desenvolvimento se processe. Há tanto a fazer! Tanto que mostrar, tanto que brincar, tanto que experienciar, tanto que viver! É verdade que a realidade é diferente da nossa quando éramos crianças, mais diferente ainda da realidade dos nossos pais. Mas essa noção não deve servir para legitimar a nossa passividade, deixando os miúdos em frente à televisão ou em frente ao telemóvel horas sem fim. Há tempo para tudo. Também se aprende com jogos no tablet? Claro que sim! Também se aprende a ver desenhos animados na televisão? Claro que sim! Mas também se aprende a brincar com carrinhos, construções, bonecos, loucinhas, plasticina, jogos de tabuleiro; também se aprende a participar nas tarefas de casa; também se aprende a ouvir histórias e a recontar o dia antes de dormir; também se aprende a ajudar nas compras do supermercado, a visitar os amigos, a brincar no parque, a chapinhar nas poças de água, a apanhar folhas no outono, a sentir o cheiro da terra molhada. Não é uma visão romântica da vida! Há coisas tão simples e com um potencial tão grande!... Basta que estejamos atentos e disponíveis!
  3. Este é apenas um exemplo do que é esperado: entre os 3 e os 4 anos, o teu filho deve ser compreendido, na maior parte das vezes, por pessoas estranhas. Isto não quer dizer que ele tenha que ter um discurso igual ao de um adulto. Significa que as pessoas devem entendê-lo, mesmo com as possíveis trocas, distorções ou alterações nos sons que possa fazer. Sendo assim, consegues com certeza perceber que, para que uma criança seja bem entendida por qualquer pessoa no final dos seus 3 anos, há muitas etapas pelas quais tem que passar. Aqui não há saltos, não há truques. Há um desenvolvimento que deve fazer-se da forma mais harmoniosa possível.
Se achas que o teu filho está a precisar de ajuda, por mais pequena que ela te possa parecer, mesmo que outras pessoas à tua volta considerem que não há necessidade, não fiques na dúvida, consulta um terapeuta da fala!


Por Fátima Silva - Terapeuta da Fala - Linkedin


O que é que tu fazes?

9 de novembro de 2018

Quando conhecemos algumas pessoas numa sinergia que se espera a longo prazo, surge inevitavelmente a pergunta: O que é tu fazes? ou Qual é a tua profissão? Nas últimas semanas tenho ouvido esta questão muitas vezes e fico sempre sem saber muito bem o que responder. 

Tirei uma licenciatura em ensino e um mestrado em psicologia mas não trabalho directamente em nenhuma das áreas. Há uns anos fundei a MulherEndo e grande parte do meu dia é ligado à gestão da Associação e ao apoio directo às pacientes. Para além disso, dou uma mãozinha em termos administrativos numa empresa. Mantenho o blogue que já vai tendo algum trabalho inerente, seja com eventos ou parcerias, seja com mensagens e emails diversos. Trabalho com uma empresa de marketing multinível onde faço gestão de uma equipa com mais de 50 pessoas e continuo diariamente a tentar superar-me de forma a chegar ao fim do mês com um ordenado decente. Tenho conseguido e às vezes chego ao fim do mês e até me surpreendo a mim mesma com os resultados. Mas nem sempre é fácil, principalmente porque tento encaixar tudo isto de forma a poder ir buscar a minha filha à escola às 15h30 e a estar com ela, entre essa hora e a hora de a deitar. 

Há dias que entre emails, telefonemas e mensagens falo com mais de 50 pessoas. E se há umas que me pedem conselhos de médicos ou de combate à dor, há outras que me querem propor uma parceria para o blogue e outras tantas que receberam uma encomenda errada e precisam de ajuda para resolver a situação. Não consigo definir um dia da semana para cada frente, porque a vida acontece todos os dias e nos dias de hoje há sempre uma urgência de resposta em tempo real. 

De vez em quando o meu cérebro parece que frita e eu baralho-me toda. Nem sempre consigo dar resposta atempada a todas as solicitações de todas as frentes. E raramente consigo prever o que vou fazer no dia seguinte ou se tenho de passar o fim-de-semana todo agarrada ao computador ou ao telefone. E confesso, há dias em que tenho vontade de ter um qualquer emprego único, com o qual não tivesse de me preocupar depois, mas sei que cada vez menos isso existe. São cada vez menos os empregos em que a pessoa desliga verdadeiramente quando termina o horário de trabalho e sei também que cada vez mais há pessoas a optar por gerir as coisas da mesma forma que eu. Terem duas ou três fontes de rendimento que lhes permitam ir gerindo quando, como e onde trabalham para poderem passar mais tempo com os filhos. 

Eu sinto que é agora que a minha filha precisa de mim. Que é agora que ela precisa que eu esteja disponível para ela das 15h30 às 21h00 e não quando ela tiver 15 anos e quiser passear com as amigas. Mas não é só por ela que faço esta ginástica diária e nunca lhe cobraria tal coisa. Faço-o porque eu sou assim. Eu não sei estar quieta. O meu cérebro não sabe estar parado e está constantemente a idealizar coisas e novos projectos. E embora muitas vezes me sinta mentalmente exausta é assim que me sinto realizada a cada dia que passa e a cada projecto levado para a frente! 

Respondendo à questão inicial do post: O que é tu fazes?
Sou uma perita em gestão de tempo em constante actualização! 

Lancheiras do bem #4

5 de novembro de 2018


Com a morte súbita do meu Instagram acabei também por perder o rumo às lancheiras da miúda. Vou deixar aqui as que ainda não tinha partilhado convosco no blogue, mas confesso que já não sei a ordem. 

A miúda adora broa e houve um dia que me sobrou do jantar, decidi enviar e ela delirou. Há umas semanas que deixou de querer iogurtes líquidos, comprei várias marcas mas parece-me que deixou mesmo de gostar ou de se sentir bem ao beber. Não tenciono insistir porque cá em casa também não consumimos. Na escola dão o leite branco e pessoalmente gostava que ela não o bebesse todos os dias. Comprei esta bebida da Alpro que em tempos já foi a favorita dela, mas diz que não gosta!

Tento enviar sempre frutos secos e vou variando entre os cajus, que são os favoritos, os amendoins e as amêndoas. Ela não é fã de nozes mas também poderá ser uma óptima opção. A fruta tem girado à volta das uvas, do kiwi, da tangerina, da ameixa, dos figos e mais recentemente dos physalis. Como ela come também pão na escola não mando maçãs nem pêras porque ela acha que é muito grande e não consegue comer inteiro. Como são frutas que oxidam não gosto de enviar já cortadas.

Em Outubro fiz bolo duas vezes e adicionei também esta opção à lancheira. Uma das novidades foram também os ovos de codorniz. A Bianca é fã de ovos e por ela comia todos os dias.

A tendência destes posts aqui no blogue sobre as lancheiras é começarem a ser mais espaçados porque como as nossas escolhas de cereais, fruta e bolachas são sempre as mesmas acabo por não ter grande conteúdo para vos escrever sobre o tema e sinto que se tornam posts repetitivos. Todos os dias partilho foto da lancheira no meu Instagram. Enquanto não me der outra "diarreia cerebral" como me disse à bocado uma amiga, e eu não o voltar a apagar por engano, podem ir espreitando por .  Tenho também na página do facebook um álbum onde estão todas as lancheiras. Actualizo por norma ao fim-de-semana. Podem ver AQUI

A caixa com as divisórias mandei vir na aplicação Wish. Demora cerca de um mês a chegar mas valeu a pena a espera porque as divisórias são até cima e as coisas nunca se misturam por mais voltas que a caixa dê!


Novo ciclo

4 de novembro de 2018

Recentemente mudei de telemóvel e por lapso criei uma nova conta de Instagram. Deixei a conta inactiva e privada mas como estava constantemente a receber pedidos para seguirem hoje decidi perceber como a eliminar. 

Depois de algumas leituras cheguei ao local certo para o fazer, mas num rasgo de ignorância apaguei a conta errada. Apaguei a conta que tinha há cerca de cinco anos e na qual já tinha mais de três mil fotografias e dois mil seguidores! 

Pedi ajuda, usei o suporte mas parece que no instagram não há segundas oportunidades depois da conta ser mesmo eliminada. Fiquei triste. E irritada comigo mesma porque a culpa foi minha. Apenas minha!

Embora tenha todas as fotos guardadas noutro local perdi os textos e os sentimentos que partilhei. E a sensação é como se tivesse apagado um pedacinho da minha vida. O meu Instagram existia já antes de ter um blogue e sempre foi o local onde nunca me preocupei verdadeiramente se quem estava do outro lado gostaria ou não da partilha. Se a foto estava verdadeiramente bem tirada ou especialmemente bonita. O meu Instagram era aquele lugar onde eu ia ter comigo mesma tantas vezes e ficava a ver as fotos e os textos por longos períodos de tempo. O meu Instagram era aquele lugar onde tantas vezes dava por mim de lágrima no olho e sorriso tolo. 

Não há volta a dar e criei outro para poder continuar as minhas partilhas. Início hoje um novo ciclo, não sei se será melhor ou pior, será certamente diferente! 

Se quiserem seguir fica aqui o link: www.instagram.com/susanafonseca.maecomotu 

Bem-vindo Cookie

3 de novembro de 2018

Pois é pessoas, cada vez tenho menos juízo! Se calhar é do avançar da idade, não sei! A semana passada chegou cá a casa mais um membro para esta família que já tinha cinco. Agora somos seis ao todo! Já há alguns meses que a Bianca pedia um cão que brincasse com ela e sempre lhe explicámos as obrigações e tudo o que ter mais um animal envolvia. Ela não arredou pé e falava no assunto quase diariamente. Eu fui habituada a ter animais desde pequena, recebi o meu primeiro cão aos sete anos e ainda hoje me lembro desse dia. Vinha no bolso do casaco da minha mãe, o meu piruças!

Sabendo a fundo a mais valia que é ter um animal de estimação que cresça connosco mantive a mente aberta e fui estando alerta para os anúncios de adopção. Tinha três ideias pré-definidas, não iria comprar um cão, queria um cão de porte pequeno e tinha de ser bebé para crescer com ela. Não havia pressa, e apesar de diariamente me cruzar com pedidos de adoção, até ver o Cookie ainda nenhum tinha correspondido a todos os requisitos.

Pensei e repensei, conversei com o pai e apesar de saber que todo o trabalho inerente a mais um animal iria recair sobre mim, decidi avançar e dar esta alegria à miúda! Nós temos dois cães que já eram adultos quando ela nasceu e que sempre foram habituados ao exterior. A Debbie gosta da Bianca, mas já está muito velhota e não tem paciência para brincar com ela, para além de que foi criada por mim e se eu estou por perto, só quer estar no meu colo. O Angry é um Husky e como nunca foi habituado a crianças não consegue medir a força e o entusiasmo, e a Bianca tem medo dele. Por tudo isto é que começou a pedir um cão dela. Ficava imensamente frustrada por termos dois cães e nenhum brincar com ela.

Esta aventura ainda agora começou e para já tenho tido imensa pena deste pequeno. A Bianca faz dele gato sapato e acho que só falta mesmo pintar-lhe os lábios e os olhos com a maquiagem dela! Temos explicado a importância do respeito pelo animal e pelo espaço dele e a necessidade de o tratar bem e de lhe falar bem para que ele a respeite e a assuma como dona dele. No fundo o cão é o novo brinquedo que para além de fofo interage e responde e compreendo a excitação dela. Acredito que é um processo de adaptação e com o avançar dos dias as coisas melhorem neste aspecto!

Decidimos trazer o Cookie a semana passada porque iríamos ter um fim-de-semana grande o que nos permitira ter mais tempo para nos adaptarmos todos ao novo elemento e a ele para se adaptar à nova casa, connosco cá todo o tempo.

Na página de Facebook têm pedido que partilhe dicas para ensinar os cães. Se há coisa que eu não sou é especialista no assunto mas falei com algumas pessoas que me deram dicas preciosas para estes primeiros tempos. Ele ainda é muito pequeno para ir à rua, só depois dos três meses e da vacina é que poderá saír em segurança. Para evitar que a casa fique toda cheia de xixis e cocós comprámos resguardos próprios e uns biscoitos. A ideia é sempre que ele acorda colocar no resguardo para que faça xixi e quando o fizer dar-lhe os parabéns e um biscoito. O resguardo deve manter-se com o xixi para que depois eles comecem a ir sozinhos sem que seja preciso encaminhar. Como é ainda muito pequeno e não cheira mal, troco apenas uma vez por dia. Sempre que ele faz fora do resguardo, eu pego nele e vou lá coloca-lo.



Pensei que este processo ia ser mais demorado, mas para minha grande surpresa o rapaz já faz 90% dos xixis no sítio certo. Lá há uma distração ou outra se tiver muito longe, mas regra geral a coisa está encaminhada! Já do cocó ainda não me posso gabar! A ideia é quando ele já só fizer no resguardo, mover o mesmo até à porta de entrada e depois, quando ele poder ir à rua, iniciar o processo do biscoito a cada xixi, na rua!

Para já ainda não sinto cheiro a cão cá por casa, mas mesmo ele não fazendo por aí xixis, todos os dias de manhã passo a esfregona na cozinha e sala e a minha ideia é lavar as mantas dele e do sofá regularmente. Para além disso já o estamos a habituar a ser escovado e limpo sempre que faz as suas necessidades e já está também de pré-aviso que brevemente toma a primeira banhoca para se habituar!

Eu adoro animais, e claro que dispensava lavar o chão todos os dias, mas a verdade é que já estou apaixonada por esta bola de pêlo maravilhosa e doce!